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A equipe de transição de governo de Jair Bolsonaro criou nesta quinta-feira (8) um posto de comando para o ex-presidente do PSL Gustavo Bebianno.

Ele assumirá a Secretaria-Geral do gabinete, a qual ficam submetidas as áreas administrativa, de gestão interna e cerimonial.

Com isso, ele passa a dividir com o futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, a coordenação do grupo.

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Advogado do presidente eleito, Bebianno é um dos nomes mais próximos ao capitão reformado. Embora já tivesse sido nomeado integrante do gabinete de transição, não tinha posto de comando.

Ele já foi cotado para assumir o Ministério da Justiça, que acabou ocupado pelo juiz Sergio Moro. Internamente, aliados defendem que Bebianno ocupe algum cargo de destaque no Palácio do Planalto, como a chefia de gabinete de Bolsonaro ou a Secretaria de Governo.

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A criação da Secretaria-Geral será publicada em portaria no Diário Oficial da União na sexta (9).

O texto traz duas novas coordenações: uma para atividades meio, assumidas por Bebianno, e outra para atividades fim, comandada por Lorenzoni.

O futuro ministro da Casa Civil vai responder pelo Conselho de Transição. A estrutura será formada pelos coordenadores dos dez grupos temáticos da equipe: Desenvolvimento Regional; Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações; Modernização do Estado; Economia e Comércio Exterior; Educação, Cultura e Esportes; Justiça, Segurança e Combate à Corrupção; Defesa; Infraestrutura; Produção Sustentável, Agricultura e Meio Ambiente e Saúde e Assistência Social.

Cada grupo de trabalho produzirá relatórios semanais sobre ideias e propostas de políticas públicas que devem implementadas na gestão Bolsonaro.

Os relatórios serão levados para discussão do Conselho e, depois, submetidas ao presidente eleito em reuniões semanais.

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