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No primeiro prognóstico para a safra 2019, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, nesta quinta-feira (8), a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas foi estimada em 226,7 milhões de toneladas, 0,2% abaixo da safra de 2018. Esta redução deve-se às quedas previstas para as regiões Norte (-0,3%), Nordeste (-8,8%), Sudeste (-1,9%) Centro-Oeste (-1,4%). No Sul, até o momento espera-se crescimento de 4,1%.

Já a décima estimativa para a safra de 2018 totalizou 227,2 milhões de toneladas, 5,6% inferior à obtida em 2017 (240,6 milhões de toneladas). A área a ser colhida (60,8 milhões de hectares) é 0,6% inferior à obtida em 2017. O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo, e, somados, representam 93,0% da estimativa da produção e respondem por 87,3% da área a ser colhida.

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Em relação a 2017, houve acréscimo de 2,8% na área da soja e reduções de 8,7% na área do milho e de 7,5% na área de arroz. Quanto à produção, ocorreram decréscimos de 17,9% para o milho, de 5,6% para o arroz e acréscimo de 2,4% para a soja.

Regionalmente, a décima estimativa para a safra de 2018 aponta produção de cereais, leguminosas e oleaginosas com a seguinte distribuição, em toneladas: Centro-Oeste (101,3 milhões); Sul (75,1 milhões); Sudeste (22,8 milhões); Nordeste (19,2 milhões) e Norte (8,7 milhões). Em relação à safra passada, foi constatado aumento apenas na região Nordeste (7,6%) nas demais houve quedas: Sul (-10,5%), Sudeste (-4,5%), Centro-Oeste (-4,4%), Norte (-2,3%). Nessa avaliação para 2018, o Mato Grosso liderou como maior produtor nacional, com uma participação de 26,8%, seguido pelo Paraná (15,5%) e Rio Grande do Sul (14,8%).

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