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Depois de um dia intenso de reuniões entre chefes dos três poderes estaduais Executivo, Legislativo e Judiciário, com a presença do Ministério público estadual e do comando da 10ª Região Militar, que comanda a operação de Segurança Pública nas ruas, as autoridades resolveram formar uma comissão que contará com membros de todos os envolvidos para abrir um novo canal de diálogo com o movimento dos policiais militares.

A solicitação foi do Ministério Público diante do acirramento da situação e da necessidade de se ouvir as partes para dar um passo à frente em busca de um acordo. O Diário do Nordeste apurou que, nesta quarta-feira (26), cada um dos três poderes indicará um membro para participar da comissão que terá a coordenação do Ministério Público e acompanhamento do Exército Brasileiro.

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Após a criação da comissão, o movimento será procurado para indicar representantes que tenham legitimidade para apresentar as demandas e fechar um acordo para a volta da normalidade.

Uma fonte que participou dos diálogos assegura não se tratar de anistia. O que Pode haver é uma tentativa de, mantendo a legalidade, buscar individualizar as condutas em relação aos ditames constitucionais. “Quem cometeu crime, paga pelo crime. Alguns fizeram mais, outros fizeram menos e outros não fizeram nada”, declara. É uma tentativa de individualizar condutas  diante das atitudes que já estão sendo tomadas pelo Estado, por exemplo, como prisões de militares.